segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Tempos de economia

 



TEMPOS DE ECONOMIA

Óbvio que sei o que é almoçar um miojo. Óbvio que prefiro espeto corrido. Mas não posso reclamar se fumo, bebo ou uso drogas.  Este é um dos motivos que me fez largar os vícios. 

Em que se converte a grana da cerveja não bebida e maconha não fumada? Como diria Rita Lee: "Tudo vira bosta". Mas vamos além disto. O Pai abençoa!

Não é só a grana que está em jogo. Mas o tempo. E "time is money". Enquanto uns fumam ou bebem, outros estudam, produzem ou fazem atividades físicas. Cada um sabe o que faz do respectivo tempo e dinheiro.

Nesta contabilidade, uma grama de cocaína não cheirada vale três ou quatro almoços em  buffet. Uma noite no pub, um mês de academia. Beber até encher a cara, um sábado na praia (passagem ida e vinda). Olha que vale!

Na outra vez que parei de fumar três anos, fiz tanta coisa. Que nunca mais quero ver tabaco na vida. O que economizo em álcool e drogas é bem mais que tabaco. Imagina cortando cada vício e preenchendo o tempo com outras coisas! Quanto posso produzir? Quanta coisa posso fazer?

Que graça tem fazer fumaça? Quando corto a cerveja, por exemplo, minha disposição no esporte triplica.

Você pode me odiar por isto. Mas eu te perdoo. Você não tem culpa de ser feliz bebendo. Mas pense em que tem que fazer escolhas. 

Desde então, refaço as próprias.

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