segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Se fosse um tiro - Sou eu

Juliano Dornelles


Se tudo isto fosse um tiro, hoje "Eu sou"! Retiro-me da cocaína, do baseado, do tabaco e do álcool. 

Contudo, continuo somando com quem vem somar. Independente dos vícios que tiver.

Abençoa Senhor mais este dia livre do álcool e drogas. 

Que assim seja

Das virgens que iniciei na adolescência


Juliano Dornelles

Epa Babá; Okê cabô? Exu sabia que os eguns eram anjos. Mas os adversários estão no ebó.  

Agora, filosofando... Por que será que quando convido uma mulher para vir aqui, se ela conhece alguém antes de vir, quando penso em Iansã, lembro minhas ex que eram 'baço'? Isto é sempre assim! Ou elas vêm primeiro desde o convite, ou lembro as virgens da adolescência. Oh eterna obrigação espiritual.

Epa rei; "Nem nasci" - Disse minha filha, em espírito presente.

Saravá os Pretos Velhos;

Ogunhê Axé

domingo, 9 de agosto de 2020

O Comunicador - Vol CCXXXIII

 

Pandemia - Cartas ao Leitor


Juliano Dornelles - Mestre, Comunicador e Escritor

Hoje é dia nove de agosto de dois mil e vinte. Dia dos pais. Este é o quinto mês que estamos em quarentena continuada. A pandemia se alastrou pelo globo. Milhares de pessoas morreram em todo o mundo. Muitos estão sem trabalhar. As escolas estão fechadas. As igrejas estão fechadas. Boa parte das lojas, os clubes e os shoppings também estão fechados.

Há um ano escrevi um livro em que prometia parar de fumar e beber. Largaria as drogas. As festas. Mas esta história se prolongou além do carnaval. Aliás, passei o carnaval em Camboriu. Foi quando foi anunciada a praga que se alastra dizimando, aos poucos, a humanidade. O certo é que devo cumprir a promessa do livro anterior. Como disse, é uma obrigação, missão e dever. Mas o impressionante é que, justamente, hoje  resolvi tocar este assunto. Justamente no dia dos pais. 

Provavelmente passarei este dia fisicamente sozinho. Meu pai, embora suas memórias estejam presentes no espiritual, desencarnou quando eu tinha dezesseis anos. Meu filho, que mora em Santa Maria, centro do Estado gaúcho, também está em quarentena. A trezentos quilômetros de onde escrevo estas linhas com o celular. Mas o que fazer? Aguentar firme este momento dramático à espécie humana que, com tanta tecnologia, rema para criar uma vacina ao vírus que se alastra.

O mundo está quebrando. As empresas estão falindo. Fala-se em guerra. Isto é mais que uma calamidade pública. Isto é o planeta em risco. O que podemos fazer, salvo usar máscaras e álcool gel? Salvo esconder-se sob o próprio teto? Esperar até que o toque de recolher seja cessado. Assistindo séries ou jogando games. Pois até namorar se tornou arriscado.

Bom, hoje é dia dos pais. Me darei este presente. Que ressaca! Quem mandou misturar vinho com cerveja? Agora quero água, luz diurna e ar puro. Aliás, prometi isto no livro anterior. O Bom Combate impera. O guerreiro está no mago, assim como o mago está no guerreiro. A hora é agora, pois a luta continua. Em breve estaremos livres das máscaras. Será? Queira Deus, Oxalá! Tupã seja louvado.


quinta-feira, 30 de julho de 2020

Pandemia - Caos ou Paz

Juliano Dornelles


Esta pandemia acabou com o mundo. As pessoas estão mais irritadas. Hibernando em suas cavernas. Resguardadas do Sol cotidiano. Privadas dos muitos lazeres. Trabalhos, estudos, esportes, etc. Até quando teremos que usar máscaras? Passar álcool nas mãos? Longe uns dos outros? Isolados no próprio universo.

Será necessário colocar tudo em ordem. Reerguer-se é o desafio. Tocar o barco do desenvolvimento. 

Grandes empresas quebraram. Pequenos empreendimentos surgem com novo ar. A empregabilidade cedeu lugar à busca pelos trabalhos alternativos. Novas ideias implantadas em Home Offices espalhados pelo mundo. 

A interação interpessoal virtual superou a interação face a face, em número, nas relações humanas. No business. Nas reuniões psiquiátricas. Nas salas d'autoajuda. 

O Novo Mundo emerge entre o virtual e o real. Em que somos os autores-protagonistas na própria história.

"Levanta-te e anda!" - Diria o Mestre.

À Ordem


Penso, logo existo. Penso diferente. Mas penso que o brasileiro tem como lucrar nesta pandemia. Liberdade, igualdade e humanidade.

Pare de dizer que perdeu o ano. Faça alguma coisa para ganhar o teu. Levanta-te e anda. Vem e segue-me. Ganhemos o nosso. Salvemos este. Fazendo alguma coisa em prol da evolução pessoal. Ou, até mesmo, espiritual.

Faça uma dieta. Reeducação alimentar. Arrume as gavetas. Leia aquele livro que há décadas deseja ler. Estude a Bíblia. Assista novamente aqueles filmes que balançaram com teu imaginário. Faça alongamentos. Exercite-se. Lembre que a interação pessoal presencial é mais 'legal' que a virtual. No sentido informal da palavra. Em breve estaremos juntos.

Quanto ao macro ambiente, temos que nos aprontar, através dos meios de comunicação de massa, informando uns aos outros, com nostalgia, mais patriotismo, em prol da ordem e progresso. 

O brasileiro nunca foi cavalo do mundo capitalista. O brasileiro é guerreiro. Assim como os santos e orixás. Deve lutar pelo lugar ao Sol. Somos primeiro mundo em recursos naturais. Temos um povo abençoado pelos ritos ancestrais. Cultura em criação. Arte, tecnologia, ciência, literatura, religiosidade, sincretismos, folclore, tradições. 

Assim como o gaúcho que expandiu a soja, os bois e ovelhas, ao centro-oeste e norte, devemos expandir a indústria nacional às terras Latino Americanas. Substituindo importações. Criando novas tecnologias. Abrindo também espaço à tecnologia internacional em nosso território.

Dispomos terras, mão de obra, matéria prima e tecnologia inicial ao desenvolvimento. Somando conhecimentos à tecnologia internacional, evoluímos como primeiro mundo, também, como país industrializado. Capaz de fabricar o sonho possível.

A tecnologia informática favorece esta alavancada. Somos hard users da tecnologia. Penso, logo existo. Penso em cidades planejadas. Construídas sobre as velhas cidades. Penso em leis mais justas. Em direitos e deveres. Na ordem. No progresso.

DORNELLES, Juliano Paz

Texto e Edição da Arte Gráfica da Imagem;
#julianodornelles #pazdornelles #prossumers 

O Comunicador - Vol CCXXXI


quinta-feira, 23 de julho de 2020

Oh Senhor dos Senhores




OH SENHOR DOS SENHORES 

Quanto ao que tenho dito, mantenho o que é certo, bom e justo. Nas mãos do Pai Nosso, o que Deus quer. Outras coisas estão desmanchadas em nome do Cristo. Cortadas aos dois lados com a espada d'Jorge. Ao testemunho d'Miguel Arcanjo & Nossa Senhora. Considere desligado tudo que é do diabo.

Que assim seja

Ogunhê Axé




A QUEM ACREDITA NOS ORIXÁS 

Quem é filho e/ou pai d'Ogum, nunca aceitou os outros o usarem sem ser. Isto seria o fim do mundo dos Orixás. Orixá nunca foi cavalo. Ouve o pai, Ogum: "Seja Guerreiro; Tu nunca foi cavalo".

OBS: Ogum d'Lei são intermediários. Mais conhecidos no Axé que na Umbanda. Aplicadores das leis d'Xango. Na linha d'Ogum, há dez variações do Orixá. Sendo Jorge o "Santo Protetor" correspondente. Embora há outros d'Ogum além d'Jorge. Nesta linha, Miguel e Jesus são d'Ogum.

Embora o ponto d'umbanda toque diferente. No Axé, Ogum d'lei inicia a batalha em pé e desarmado.

Ogunhê Axé

Autobiográfico

PRODUÇÃO MIDIÁTICA

Um amigo meu reclamou dizendo que não tinha criatividade para criar arte na mídia. Então perguntei para ele o que ele fez enquanto eu posto nas mídias. Ele respondeu: "Além de ter trabalho fixo remunerado; Passei dois meses, janeiro e fevereiro, na praia. Em julho fui à Europa. Nos finds vou à churrascaria. Saio na noite para beber, ver shows ou dançar. Viajo de carro nos feriados. Ou fico em casa assistindo Sky. Chamo uma tele pizza ou tele xis. Quando abrem os shoppings, saio para comprar algo. Em dez anos, comprei um apartamento, dois carros e mobília nova". 

Respondi a ele: "Por que está reclamando então? Tudo que construí, enquanto você fez tudo isto, foi produzir artes nas mídias. Páginas, sites, canais, livros, revistas, jornais, TV, rádio, etc. Não reclame da vida que tens. Pois estas coisas que fizestes, enquanto produzi newslettets, eu gostaria de fazer. Se quiser te ensino arte gráfica!"

Então ele respondeu: "Tenho outras coisas para fazer".

Completei dizendo: "Então não reclame!".

Não há motivo, irmão, para invejar quem cria arte nas mídias. Eu é que deveria ter frente a tudo que fizeste enquanto crio artes gráficas.

Sorte tua que tens I-fone e Macintosh. Quem sabe você está gastando o tempo vago assistindo TV ou saindo à noite? Bastante é escolha, irmão.

Há três anos, deletaram meu YouTube. Que teria doze anos hoje. Havia mais de 800 vídeos. Alguns com mais de 900mil visualizações. Viagens, eventos, shows ou confraternizações familiares. Alguns vídeos custariam entre 2 a 5 mil se fosse pagar uma produtora para filmar e editar. Me pergunte se alguma vez reivindiquei o patrimônio dos outros?

Se o que valesse para mim fossem as curtidas, seguidores ou comentários, teria desistido há bastante tempo. Meus vídeos no YouTube atual tem 2, 10 ou nenhuma virtualização. Ás vezes, parece que estou me humilhando a manter o canal novo. Mas o que mais vale é o amor à arte. Isto vem me salvando da vida noturna.

No mais, faça uma fanpage pra ti. Pois encomendei estas outras coisas. Será justo!

Porcos de Guerra



PORCOS D'GUERRA

Este clipe mostra os youtubers (produtores d'TV) que trabalham há uma década produzindo sem ganhos monetários como se fossem prisioneiros escravos d'Chefão Google. Os frabricantes d'TV estão sendo filmados. Monitorados. Alguns foram banidos. A justiça está sem cabeça. Alguém viu tudo! Que trabalho é este que se paga para trabalhar? Em que alguns são eliminados após trabalhar gratuitamente? Que liberdade é esta em que se constrói um império sobre a escravidão?

Pior que isto é quando é dito sublimarmente às emissoras d'TV d'mundo que quiseram ter canais na plataforma: 'Vocês cabem aqui. Cada emissora é apenas um canal com 24h d'programação'.

Como o maior drible virtual mundial, as "lives",  assim como os canais, estão sendo transferidas gradualmente do YouTube ao Facebook. O maior negócio no mundo das comunicações na história deste planeta. Centenas d'emissoras, que desejaram ter canais online, encomendadas. Outras banidas deste direito devido ao conteúdo compartilhado. Filmes, desenhos animados ou séries, pagam pelo direito autoral mesmo que compartilhados em canais d'emissoras que tem concessão convencional. Assim criaram o Net Flix para derrubar do YouTube e Facebook os canais de emissoras que veiculam filmes, séries ou desenhos animados.

As emissoras com conteúdo pornográfico também tiveram seus conteúdos compartilhados em outras plataformas. Pornotub, xtube, etc. Desbancando as emissoras deste ramo. Semelhante às emissoras especializadas em música. Filmes, desenhos ou séries.

As TVs tiveram que fragmentar os conteúdos Perderam audiência televisiva aos próprios respectivos canais online. Sendo que, nas plataformas online, o internauta tem o direito a assistir quando quer. Não apenas ao vivo.

As TVs que compartilham programação no YouTube cedem gratuitamente o direito ao Google sobre o conteúdo postado. Os maiores grupos d'comunicação neste planeta foram assaltados? Delfos, Hórus e 'Mãe Diná', lhe confirmarão: "Isto é um assalto!".

TRADUÇÃO D'LETRA 

Porcos da Guerra

Generais reunidos em suas massas
Como bruxas em missas negras
Mentes malignas que tramam destruição
Feiticeiros da construção da morte
Nos campos os corpos queimando
Enquanto a máquina de guerra continua girando

Morte e ódio à humanidade
Envenenando suas mentes lavadas
Oh, Senhor, sim!

Políticos se escondem
Eles apenas iniciaram a guerra
Por que eles deveriam sair para lutar?
Este papel eles deixam para os pobres, sim!

O tempo dirá a suas mentes poderosas
Fazendo guerra só por diversão
Tratando as pessoas como peões no xadrez
Espere até o dia do julgamento deles chegar, sim!

Agora na escuridão, o mundo para de girar
Cinzas onde seus corpos queimavam
Sem mais porcos de guerra do poder
A mão de Deus marcou a hora
Dia do julgamento, Deus está chamando
Sobre os joelhos, os porcos de guerra rastejando

Implorando misericórdia por seus pecados
Satã, gargalhando, abre suas asas
Oh, Senhor, sim!

DORNELLES, Juliano Paz
Mestre em Comunicação